Heroina da pâgina: Petala Parreira

Produto principal: Amor

Sou uma menina boa, limpinha, lisa, evangélica, educada, suave, trabalhadora, obediente, gostosa, bonita, aberta, espírituosa, submissa. Gosto de minha igreja, de Jesus, de meus pais, de minha irmã pequena, da música, de dançar, de cantar, e de ficar com minhas amigas bonitas na praia.

No meu trabalho como puta sou sempre alegre, dedicada, submissa aos clientes, ao cafetão e a outros autoridades. Trabalho com amor, dedicação e tento agradar e satisfazer plenamente a quem me aluga por um tempo. Sou feliz se a pessoa depois de me usar fica mais feliz, calma, equilibrada, boa e enriquecida.
Mais sobre mim no meu orkut e na comunidade "As evangélicas gostosas e nuas"
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Eu descobri a puta em mim pela primeira vez em um dia, quando eu tinha umas 8 anos. Minha família tornou-se evangélica quando eu tinha 4 anos. Apesar da educação descobri o outro lado já com 8 anos.

Tomamos as vezes banho na piscina de um colega de meu pai. Desde pequena foi acostumada de ser enxugada pela toalha depois de tirar o biquini. Corria sempre nua até a casa pegar minha roupa.

Neste dia um homem grande e forte estava de visita, e quando eu reparei os olhares dele na minha xaninha nua senti um arrepio gostoso, não sei de onde. Parei e voltei, como eu tivesse esquecido algo. Peguei para disfarçar meus óculos de sol para levar em casa, mas fiquei um pouco como investigar os óculos. "Parece que um lado está solto", falei e testei assim e assim, expondo-me, como sem querer, sempre em outras posições para o visitante forte. Já q ninguém reagiu falei de novo: "Meus óculos parecem estragados."

Ai o homem falou: "Quer que eu dê uma olhada?"

Eu virei, olhei pra ele e abri nisso sentada bem as pernas, inocentemente e como por acaso. Ele quase não se reteve.

Me levantei e foi para ele, lhe dando os óculos. esperei bem pertinho dele, nuinha, e reparei q as mãos dele tremiam levemente. Enquanto ele apalpou os óculos os olhos percorreram as curvas de meu corpinho e eu gostei. Fiquei mais feliz ainda quando eu vi que algo grande e duro tinha crescido na calça dele, me senti valorizada como menina e mulher.